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HISTÓRICO
O Clube Náutico dos Oficiais e Cadetes da Armada, abreviadamente designado por CNOCA, foi fundado em 1888, por Decreto de 7 de Junho de sua Majestade El-Rei D. Carlos, com a designação de Club dos Aspirantes de Marinha. Em 1927 foi a designação alterada para Club Náutico dos Oficiais e Aspirantes da Armada, a qual foi de novo alterado em 1938 para a actual.
É uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, alheia a fins políticos e religiosos, constituída por tempo indeterminado. Tem por fim principal proporcionar aos sócios a prática dos desportos náuticos, com vista à sua valorização pessoal, e deste modo servir a Armada.
As suas insígnias tem como emblema uma âncora azul tipo almirantado, com um pedaço de amarra em "S" envolvendo a haste, sobre fundo branco.
A sede situa-se na Base Naval de Lisboa, podendo ser transferida para outro local. Podem ser criados Postos Náuticos destinados a facilitar e desenvolver a actividade desportiva e manter em estado de perfeita conservação, as embarcações e demais material.
O CNOCA compõe-se de três categorias de sócios: efectivos, auxiliares e honorários.
Podem ser admitidos como sócios efectivos os Oficiais e Aspirantes da Marinha na efectividade do serviço. Os Cadetes da Armada serão considerados sócios efectivos, ficando isentos do pagamento se quotas. Os Sócios efectivos que deixarem de fazer parte da Corporação podem continuar como sócios desde que o seu afastamento não tenha sido originado por motivos disciplinares ou criminais.
Podem ser admitidos como sócios auxiliares os Oficiais e Aspirantes da Marinha na reserva, reforma ou disponibilidade.
Podem ser sócios honorários as colectividades, organismos ou indivíduos que mereçam essa distinção por relevantes serviços prestados ao Clube ou á Armada.
A qualidade de sócio extingue-se: por vontade expressa do interessado; por falecimento ou extinção, conforme se trate de indivíduos ou colectividades; por decisão da Assembleia Geral; quando o afastamento de sócios efectivos seja originado por motivos disciplinares ou criminais.
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